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Nossa Senhora das Dores

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No dia 15 de setembro, a Igreja celebra a memória de Nossa Senhora das Dores, também chamada de Mater Dolorosa. Esta devoção nasceu da contemplação do sofrimento de Maria ao lado de seu Filho, especialmente na Paixão e Morte de Jesus.


A tradição espiritual, desenvolvida a partir dos séculos XIII e XIV, enumerou sete dores principais vividas pela Virgem Santíssima:

  1. A profecia de Simeão, que lhe anunciou a espada de dor (Lc 2,34-35);

  2. A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mt 2,13-15);

  3. A perda do Menino Jesus no Templo (Lc 2,41-50);

  4. O encontro com Jesus no caminho do Calvário (Lc 23,27-31);

  5. A Morte de Jesus na Cruz (Jo 19,25-27);

  6. A descida de Jesus da Cruz (Mc 15,42-46);

  7. O sepultamento de Jesus (Lc 23,55-56).

A festa foi propagada especialmente pela Ordem dos Servos de Maria (Servitas), fundada em Florença no século XIII, que tinham como carisma contemplar e difundir a devoção às dores da Mãe de Deus. O Papa Pio VII, no início do século XIX, fixou a data de 15 de setembro para esta memória, logo após a Exaltação da Santa Cruz (14 de setembro), mostrando a íntima ligação de Maria com o mistério da Redenção.


A figura de Nossa Senhora das Dores nos recorda a presença de Maria junto à cruz de Cristo e junto às cruzes de todos os seus filhos. Ela não se afasta da dor, mas permanece firme, participando do sacrifício de Cristo e oferecendo seu coração transpassado por amor.


Mensagem espiritual:
Nossa Senhora das Dores nos ensina a perseverança na fé mesmo em meio ao sofrimento. Sua compaixão é modelo de amor incondicional e confiança em Deus, e seu coração doloroso é fonte de consolo para todos os que sofrem.

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